sexta-feira, 4 de novembro de 2011

ATENÇÃO AOS SINAIS E SINTOMAS DAS DOENÇAS PERIODONTAIS

Por Regina Manara

 Sabemos que a doença periodontal (DP) é uma doença transmissível, obviamente dependendo da susceptibilidade do hospedeiro, e crônica, ou seja; silenciosa, como a diabetes, hipertensão, dentre tantas outras.

Pretendo apontar os sinais (o que a pessoa vê) da DP, já que sintomas (o que a pessoa sente) aparecem somente em fase avançada ou severa, ou em casos de manifestações agudas, como abscessos que podem ser tanto gengival, como periodontal, ou GUNA (gengivite ulcerativa aguda), manifestação que ocorre com queda de resistência do organismo, em casos de desnutrição, tabagismo, HIV soropositivo, pessoas com a doença AIDS, ou seja, em pessoas debilitadas, por algum problema com a saúde orgânica ou emocional.
Para entendermos os sinais, e vermos os problemas, é necessário antes, sabermos o que é a normalidade.
A gengiva é dividida em 3 partes:

 gengiva marginal (ao redor do dente),          
gengiva inserida (arcabouço na fala, mastigação, higiene),        

gengiva papilar (entre os dentes, com formato pontiagudo, na região anterior da arcada, e achatada na região posterior).                    


A gengiva marginal (GM) está acolada ao dente, mede até 2 mm , onde se encontra o sulco gengival, por onde ocorre a troca metabólica, onde a doença se inicia.
A gengiva inserida (GI) é o arcabouço para a fala, mastigação e higienização, sua quantidade varia de indivíduo para indivíduo, podendo ter de 0,5 a 10 mm.

A gengiva papilar (GP) protege os dentes na área interproximal  (entre os dentes, onde se deve passar o fio ou fita dental), complementando o formato de arcos côncavos regulares da gengiva, quando a gengiva se apresenta saudável, sem sangramento.
A cor da gengiva de um indivíduo depende da cor da sua cútis (cor da face). Pessoas de pele clara e olhos claros, gengiva rosa clara, pessoas ruivas, quase coral, negras, apresentam manchas que variam de marrom a negra.    

Agora como ver e perceber os sinais, já que os sintomas *, que o paciente percebe, aparecem normalmente na fase mais severa da periodontite?    
  ( sintomas* da DP:  halitose, mobilidade dentária, movimentação dentária, gosto ruim na boca, salgado, amargo, azedo (pus), saliva grossa).
 O sangramento é o primeiro sinal da gengivite, por isso muita atenção, porque normalmente quando as pessoas percebem sangramento, acham que é a força na escova e fio ou fita dental que provocam; grande engano, porque também pode ocorrer ao morder um alimento duro, como a maçã ou até mesmo espontaneamente.
O sangramento pode desaparecer, porque a gengivite, onde é mais comum de se observar o início do problema, assim como a periodontite são doenças que têm surtos, ora surto, ora remissão dos sinais (crônicas).
O tratamento da gengivite é muito simples, e depende da total conscientização do paciente para a mudança de hábito, com a sua higiene bucal e consultas periódicas ao periodontista.    A gengivite pode desaparecer, simplesmente com a melhora da higiene bucal ou porque o indivíduo procurou um profissional da área e realizou-se o procedimento de biocompatibilização dos tecidos e também aprendeu a técnica correta de higiene bucal (HB).
Caso o paciente não perceba a gengivite, certamente vai evoluir para uma periodontite, o que é uma grande desvantagem, já que a gengivite é uma doença que não mexe com a parte de sustentação do dente (osso), inflama somente a proteção do dente, sendo assim pós- tratamento, tudo voltará à arquitetura original. Na periodontite ocorre destruição óssea, comprometendo a sustentação do dente na boca, mudando toda a arquitetura original.
O melhor mesmo é observar sempre todo o nosso organismo, para com sorte sempre contarmos com o diagnóstico precoce, podendo assim evitar quadros que comprometem o organismo como um todo.
Mas se o indivíduo se apresentar ao Periodontista com um quadro avançado, sempre há soluções excelentes, porque atualmente a Odontologia está muito avançada.
 O indivíduo que tem a doença periodontal, deve se conscientizar da sua condição, e cooperar conscientemente com sua higiene bucal e suas consultas periódicas ao periodontista, assim como fazem os diabéticos tipo 1 (insulinodependentes) e os hipertensos e outros que também têm doenças crônicas.
“A saúde começa pela boca”          Sorria para a vida. 

O QUE OCORRE COM A FALTA DE SESSÕES PERIÓDICAS DE CONTROLE E MANUTENÇÃO. OBSERVE A CONDIÇÃO ÓSSEA (NÍVEL DO OSSO) NA REGIÃO ANTERIOR SUPERIOR DOS DENTES.

OBSERVEM O NÍVEL ÓSSEO DA MESMA REGIÃO ANTERIOR SUPERIOR APÓS NOVE ANOS DE FALTA DE CONTROLE E MANUTENÇÃO PÓS TRATAMENTO PERIODONTAL.





sexta-feira, 15 de julho de 2011

ODONTOLOGIA SEM DOR

SEDAÇÃO CONSCIENTE COM ÓXIDO NITROSO

Dra. Regina Manara

O que é a Sedação Consciente com Óxido Nitroso?

Um pouco da história desse gás. O gás nada mais é que o conhecido gás Hilariante, gás do riso. Utilizado em festas, no século XVIII, na forma pura, ou seja; sem Oxigênio, para divertimento, resultando em euforia, gargalhadas, etc. Em 1844, um Cirurgião Dentista, Horace Wells, percebeu as propriedades sedativas do gás de óxido nitroso, durante uma demonstração com finalidade recreativa. Wells, vislumbrando as vantagens de sua aplicação, submeteu-se à extração de um molar após inalar generosa quantidade de gás de óxido nitroso, proferindo então, após a intervenção, a célebre frase: “... não senti mais que a espetada de um alfinete. Inicia-se uma nova era na extração dentária!” (Ring, 1985).

Somente no século XX, um comitê especial da American Dental Association (ADA) creditou-lhe a descoberta que revolucionou a Odontologia. Antes deste achado, as extrações eram realizadas com pouquíssimo controle da dor. O método proposto por Wells, para alívio da dor, tem sido utilizado por 150 anos.

Atualmente, a técnica de sedação consciente por oxigênio/óxido nitroso (O2/N2O) é utilizada com a finalidade principal de sedação (efeito relaxante) para controle da ansiedade e não pelo seu efeito anestésico. Este fato aumenta consideravelmente a segurança da técnica, levando-se em conta que menores doses do gás de óxido nitroso são suficientes para a obtenção do efeito relaxante desejado, fazendo com que a técnica seja um excelente coadjuvante no manejo comportamental e condicionamento psicológico do paciente, como sugeriram Nathan et al., em 1988. Pelo menos 60 mil consultórios espalhados pelo mundo estão aparelhados para ministrar sedação consciente por inalação de óxido nitroso/oxigênio (Ring, 1985)

O uso da sedação consciente em Odontologia é realizado através de uma técnica segura e previsível, após uma anamnese completa e avaliação das necessidades do paciente, a sedação consciente no ambiente ambulatorial através do óxido nitroso associado ao oxigênio exclusivamente, sem associação com outros fármacos e com exceção do anestésico local, é uma técnica que leva a um estado mínimo de depressão de consciência, melhorando a cooperação do paciente, pois diminui sua ansiedade sem que efeitos colaterais importantes sejam notados.

Aplicação
A técnica de sedação consciente por N2O/O2 em Odontologia baseia-se no fato de que ao início da sessão o paciente recebe 100% de oxigênio (por 3 a 5 minutos), o que eleva a saturação de oxigênio sangüíneo, e só depois é que, de forma gradativa, administra-se o óxido nitroso, até a concentração ideal (individualizada) para aquele paciente. Observe-se que esta concentração pode variar de 30% até 70%, de acordo com a reação do paciente. No final da sessão de sedação, a técnica preconiza o mesmo procedimento de administração de 100% de O2, por 5 minutos, durante a eliminação do N2O do organismo via máscara nasal.
Sendo uma técnica segura e previsível, é bem interessante ao paciente que sofreu algum trauma, que fica ansioso, ou tem fobia de tratamento dentário, para tornar este mais agradável, utilizar a sedação com óxido nitroso, onde vai permanecer consciente, relaxado e ao término do procedimento, poder levantar-se e retornar a sua rotina.


terça-feira, 12 de julho de 2011

CLAREAMENTO DENTÁRIO

Dra. Regina Manara

O sonho do sorriso perfeito.
As pessoas querem e podem ter sorrisos mais bonitos. Como?
Atualmente muitas são as técnicas para um sorriso de sonho, tanto pela estética vermelha (enxertos de gengiva), como a estética branca (resinas, porcelanas, facetas).
Mas a pergunta mais realizada: “Posso clarear os meus dentes?”
Sim, qualquer pessoa pode ter seus dentes clareados, desde que estejam em boas condições e não ter muitas restaurações.
Técnicas de clareamento dentário: o que as difere é o tempo para realização do tratamento.
-Técnica Doméstica (caseira) com substâncias químicas, peróxidos.(tempo maior)
-Técnicas utilizadas no consultório com o auxílio de luz para aquecimento ou laser.(2 a 3 sessões)
Doméstica, ou seja; caseira, não quer dizer sair comprando um produto e fazer em casa e sim com a supervisão de um profissional habilitado.
Tanto o clareamento Doméstico como o a Laser podem clarear os dentes, que com o passar dos anos, escurecem devido a vários fatores, tais como:
- dentes manchados por uso de antibióticos, sendo estes a tetraciclina e seus derivados (que não devem ser prescritos em idade de formação dentária;
-dentes escurecidos pelo fator idade do indivíduo;
-dentes que sofreram algum traumatismo e/ou tratamento endodôntico (canal)
-dentes manchados de marrom devido ao excesso de flúor (fluorose)
-dentes indicados para facetas
-dentes manchados por fumo, coca cola, café, chás, vinhos e outros corantes (manchas extrínsecas)

Mas existem também contra indicações de clareamento dentário
-gestantes ou em período de amamentação
-pacientes alérgicos ao produto
-pacientes que não conseguem seguir corretamente o tratamento
-idade do paciente (crianças)
-pacientes hipersensíveis ou com problemas no esmalte dentário (hipoplasias)
O agente clareador é o peróxido de carbamida, em porcentagens variadas (10%, 16%, 22%), isso depende do tratamento após uma boa avaliação, para conhecer melhor o paciente e suas necessidades.
Os peróxidos são soluções que penetram e se movem através do esmalte e dentina devido ao seu baixo peso molecular. A possível sensibilidade que ocorre durante o tratamento de clareamento dentário é devido a esta movimentação no esmalte e dentina e não em relação ao pH do produto.
As moléculas dos géis oxidantes (liberadores de oxigênio) penetram na intimidade do esmalte e dentina, liberando oxigênio, que por sua vez, quebra as moléculas dos pigmentos que mancham os dentes.

Clareamento a Laser
Um gel clareador à base de peróxido de hidrogênio é aplicado pelo dentista, sobre a superfície externa do dente e ativado por luz ou a laser, liberando moléculas de oxigênio e assim promovendo o clareamento. O profissional protege a gengiva do paciente para aplicação do peróxido de hidrogênio e luz ou laser.
Clareamento Doméstico
O profissional, após uma boa anamnese e exame clínico, confecciona as placas de clareamento, através dos modelos de ambas as arcadas do paciente, entregando também ao paciente uma seringa com gel clareador na porcentagem determinada.
Através de uma tabela de cores, verifica-se a cor que os dentes apresentam para comparação durante e pós-tratamento.
O paciente aplicará o produto nas placas e ficará com as mesmas, por um período de até duas horas diárias, por tempo avaliado pelo dentista, semanalmente, até que se atinja o objetivo. Para se evitar a sensibilidade dentinária e gengival, o tratamento deve ser escalonado, na primeira semana gel a 10%, caso não haja nenhum incômodo, como sensibilidade ao frio, aumenta-se a porcentagem do gel. Após a aplicação, remover as placas, bochechar com água da pia, que pode ser morna, até remover todo o gel e esperar de 20 a 30 minutos para higiene com escova, pasta e fio/fita dental.
Durante o tratamento o paciente não deve :
-ingerir alimentos e bebidas com corantes (beterraba, vinho tinto, coca-cola, chá, café, chocolates, etc.)
-não deve fumar (o tratamento para o fumante é mais complicado, deverá este parar o uso durante e com certeza, por uma questão de saúde, parar de fumar.
-ir ao dentista uma vez por semana, para avaliação da cor e entrega de seringa
-não deve higienizar a boca, com escova, pasta e fio/fita, logo após a remoção das placas de clareamento,aguardar de 20 a 30 minutos e preferencialmente usar uma pasta dentária para sensibilidade e escova de dentes bem macia.
O clareamento doméstico é o mais utilizado, mais seguro e pode resolver todos os casos.
O clareamento não altera as restaurações já existentes, sendo necessário, muitas vezes, troca ou retoque das mesmas, porque parecerão mais escuras frente aos dentes clareados.
Os dentes clareados podem escurecer novamente, mas não na cor que apresentavam antes do tratamento, por isso a necessidade, após um a dois anos, de manutenção do clareamento.
Como tudo na Odontologia, todos deveriam fazer manutenção dos tratamentos efetuados, assim as restaurações, por exemplo, durariam perfeitas por mais tempo.

terça-feira, 21 de junho de 2011

DIABETES E DOENÇA PERIODONTAL

    Dra. Regina Manara.
A periodontite e o diabetes são duas condições inflamatórias crônicas com grande prevalência e com grande impacto sobre a saúde da população mundial.
A prevalência do diabetes é alta na população, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) existe no mundo cerca de 177 milhões de pessoas diabéticas, e até 2025 serão aproximadamente 350 milhões de diabéticos.
O diabetes é um fator de risco para as doenças periodontais e a doença periodontal é considerada uma complicação para o diabetes.
Diversas associações entre periodontite e fatores sistêmicos têm sido sugeridas, sendo a interação entre periodontite e diabetes a melhor suportada na literatura científica.
O diabetes é um grupo de desordens metabólicas distintas por tolerância à glicose ou alteração no metabolismo dos carboidratos. Essas alterações são caracterizadas por defeito na secreção de insulina, por ação alterada de insulina ou ambas as situações, cujo resultado é a hiperglicemia.
Classifica-se o diabetes em Tipo 1 e Tipo 2, sendo o Tipo 1 dependente de insulina e o Tipo 2 (o mais comum) não dependente obrigatório de insulina.
A literatura sugere que pacientes com doença periodontal podem ter maior prevalência de diabetes. Sugere-se que pacientes com diabetes não controlado apresentam pior condição periodontal. Essa relação entre doentes periodontais e diabetes precisa ainda ser esclarecida de forma a elucidar todas as vias pelas quais a doença periodontal pode influenciar na etiologia do diabetes.
Acredita-se que o tratamento periodontal pode melhorar o controle glicêmico de pacientes diabéticos.
O diabetes tem influência no sucesso da terapia de implantes. No entanto, se o controle glicêmico do paciente estiver mantido, o diabetes é uma contraindicação relativa a essa terapia, ou seja; quando o controle glicêmico do paciente for precário, este pode influenciar negativamente a osseointegração, por outro lado, quando o controle glicêmico estiver adequado, a oseeointegração ocorre de forma bem sucedida.
Portanto a doença periodontal é uma complicação para o diabetes. Pacientes diabéticos apresentam doença periodontal mais prevalente e severa.
Sendo assim, é conveniente que os portadores de diabetes visitem frequentemente o cirurgião dentista de forma a identificar possíveis complicações periodontais.


Referência: Perionews V.5 – N° 3 Mai/Jun 2011

domingo, 19 de junho de 2011

Doenças Periodontais

             Dra. Regina Manara
O que é PERIODONTIA?
Especilidade da Odontologia que estuda as inflamações / infecções do Periodonto (gengiva,osso alveolar,ligamento periodontal e cemento radicular), tratando as Doenças Periodontais - Gengivite e Periodontite.
A Gengivite é uma doença que compromete apenas a gengiva, tornando-a avermelhada, inchada, brilhante e com sangramento ao menor toque, como na escovação e durante o uso do fio dental. O sangramento gengival é o maior sinal para o diagnóstico da gengivite, pois essa doença é indolor. O tratamento é simples e após este a gengiva retorna a sua arquitetura original, não havendo perda estrutural. Já a Periodontite é uma doença destrutiva que afeta não somente a gengiva como o osso alveolar, ligamento periodontal e o cemento radicular, tornando o tratamento mais complexo.
Existem várias formas de Periodontite, sendo a mais comum a Periodontite do Adulto, que afeta aproximadamente 75% da população. Infelizmente não há cura para esta doença destrutiva, que afeta também a saúde geral do paciente, promovendo risco para doenças cardiovasculares, partos prematuros, nascimentos de filhos com baixo peso e complicando o quadro de doenças sistêmicas, tais como o diabetes.
A causa das Doenças Periodontais é multifatorial, sendo o vilão o biofilme dentário (placa bacteriana), fatores coadjuvantes como por exemplo a má higiene bucal, tabagismo, dentes com mau posicionamento nas arcadas também contribuem para o aparecimento destas doenças.

Por que é importante fazer o exame Periodontal?
O exame periodontal é a forma fácil de determinar como está sua saúde bucal. No exame, o Periodontista (especialista em doenças da gengiva) utilíza uma sonda milimetrada no sulco gengival, para verificar sua saúde Periodontal.
Desta forma é possível diagnosticar com precisão a necessidade de um tratamento. Podendo assim evitar problemas futuros como a perda de dentes ou a necessidade de implantes. Este simples exame pode ajudá-lo a conservar seus dentes por toda sua vida.

Quem precisa fazer este exame?

Todas as pessoas precisam fazer o exame periodontal. Este exame é uma forma de se prevenir contra problemas mais graves como infecções e perdas dos dentes. Se você nunca fez este tipo de exame converse com seu dentista e marque já uma consulta. Prevenir é melhor que tratar.

Como é feito o Tratamento Periodontal?
O Tratamento Periodontal é realizado em três fases.
Fase 1- Motivação do paciente para que haja cooperação consciente (técnicas de higiene bucal)
Fase 2 - Tratamento propriamente dito: raspagem e alisamento da coroa e das raízes dentárias.
Fase 3 - fase cirúrgica. Que vai depender do resultado das fases 1 e 2.
Após o tratamento, é primordial consultas de Controle e manutenção, e suas periodicidades serão determinadas pelo Periodontista de acordo com as necessidades de cada paciente.

É possível melhorar seu sorriso?
Sim, através de tratamentos das chamadas "Estética Branca", em conjunto com a "Estética Vermelha".

Por que uma boa higiene bucal é tão importante?
A Doença Periodontal é a principal causa da perda dentária em indivíduos adultos, afetando  3 de cada 4  pessoas em algum momento de suas vidas. A melhor forma de prevenir a doença periodontal e também a doença cárie  - e manter seus dentes ao longo da vida – é através da escovação, do fio dental e de visitas periódicas no dentista.


Pessoas com Saúde Bucal devem visitar o dentista a cada 6 meses.